Polícia estoura estufa de luxo com 125 pés de maconha em Niterói

Polícia estoura estufa de luxo com 125 pés de maconha em Niterói

Esposa foi presa no local e marido se entregou assumindo a plantação

Polícia Atualizado em: 27/02/2026
Polícia estoura estufa de luxo com 125 pés de maconha em Niterói
Foto: Reprodução

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O que parecia ser apenas uma residência comum na Estrada do Muriqui Pequeno, no bairro Vila Progresso, em Niterói, escondia na verdade uma megaestrutura voltada para o narcotráfico. Na tarde da última quinta-feira (26/02) uma ação conjunta entre a Operação Segurança Presente e a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) desarticulou um laboratório clandestino de cultivo de maconha.

As equipes chegaram ao endereço após receberem uma denúncia anônima sobre o cultivo doméstico de entorpecentes. O que os agentes encontraram no terraço do imóvel, no entanto, impressionou pelo nível de sofisticação.

No local, foram apreendidos 125 pés de cannabis sativa em diferentes estágios de crescimento. A plantação não era amadora: contava com uma estrutura altamente profissional e controlada.

Os policiais identificaram um sistema completo com equipamentos voltados para a manutenção milimétrica da temperatura, luminosidade e ventilação. Apenas o sistema de luz contava com 12 painéis de iluminação específicos para o desenvolvimento das plantas, avaliados em cerca de R$ 60 mil. O espaço também abrigava insumos e diversos materiais utilizados para o preparo e fracionamento da droga.

A proprietária do imóvel estava na residência no momento da batida e foi presa em flagrante pelas equipes. Contudo, o caso teve um desdobramento horas depois. O marido da mulher se apresentou voluntariamente na Cidade da Polícia, na zona norte do Rio, e afirmou ser o verdadeiro responsável por toda a plantação.

Todo o maquinário e os 125 pés da planta foram encaminhados para a sede da DRE. A perícia técnica já confirmou tratar-se de maconha. Agora, a especializada segue com as investigações para detalhar a quantidade total que era produzida no laboratório, descobrir qual era a destinação final da droga (venda local ou distribuição externa) e identificar outros possíveis sócios ou envolvidos no esquema.

Editor: Fernando Machado

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