Primo é preso acusado de atrair PM para emboscada e carbonizar corpo em Itaboraí

Primo é preso acusado de atrair PM para emboscada e carbonizar corpo em Itaboraí

Prisão realizada pela DHNSG nesta segunda (2) em Maricá desvenda homicídio de 2023

Polícia Atualizado em: 03/02/2026
Primo é preso acusado de atrair PM para emboscada e carbonizar corpo em Itaboraí
Foto: Reprodução

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro desvendou a trama por trás da morte brutal do policial militar Jeovane da Rocha, ocorrida em julho de 2023. Nesta segunda-feira (02/02), agentes da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) prenderam o primo da vítima, apontado como o autor do assassinato.

O suspeito foi capturado em Maricá em cumprimento a um mandado de prisão temporária. Segundo as investigações, o crime foi motivado por vingança passional: o primo teria descoberto um suposto relacionamento extraconjugal entre sua esposa e o policial.

De acordo com o inquérito, o crime foi friamente premeditado. O acusado teria atraído Jeovane para uma emboscada fatal.

O policial, que tinha 46 anos e era lotado no 12º BPM (Niterói), desapareceu no dia 21 de julho de 2023, após sair de sua casa em Maricá dizendo que iria jogar tênis. Ele nunca chegou ao destino.

No dia seguinte ao desaparecimento (22 de julho de 2023), o carro do PM, um Citroën C3, foi encontrado em uma área isolada de Itaboraí. O veículo havia sido incendiado e o corpo de Jeovane estava carbonizado dentro do porta-malas.

A brutalidade do crime chocou a corporação e a região na época. Jeovane da Rocha servia à Polícia Militar e deixou esposa e dois filhos.

Após um longo trabalho de monitoramento e cruzamento de dados de inteligência, a DHNSG conseguiu reunir provas que ligavam o primo à cena do crime e à motivação passional, resultando na prisão desta segunda-feira.

Editor: Fernando Machado

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